O mercado do entretenimento não para de evoluir em todos os sentidos. Mesmo com a ascensão dos serviços de streaming, como Netflix, Spotify, Amazon Prime, Globoplay, Disney, entre outros, isso não afeta o desejo do público pelos tradicionais sucessos hollywoodianos (as receitas globais do cinema devem apresentar uma taxa de crescimento anual de 10,5% nos próximos anos). Ou seja, quando o assunto é lazer, existe espaço para todos os produtos.

As estimativas mostram que, em 2021, o mercado de mídia e entretenimento irá movimentar mais de 2 trilhões de dólares. Já no Brasil, segundo estudo da PWC, esse número deve chegar perto dos 53 bilhões em 5 anos. E quando olhamos para os dados do OOH (out-of-home) a conexão com o entretenimento é quase instantânea. O OOH possui 3º maior índice de lembrança entre todos os meios no Brasil. O alto índice de penetração não tem segredo: as pessoas saem às ruas todos os dias.

E por que o entretenimento e a mídia OOH parecem ter nascido um para o outro? Um estudo elaborado pela JCDecaux, líder mundial no segmento out-of-home, voltado especificamente para o entretenimento, teve como objetivo entender melhor essa relação. Um dos insights é que o OOH é um caminho estratégico para a categoria de entretenimento falar com público jovem, target-alvo desse segmento.

O Mídia Dados 2018  mostra que o OOH é o segundo meio com maior penetração entre jovens de 15 a 24 anos na cidade de São Paulo, por exemplo. Outra constatação é que a mídia outdoor acompanha a jornada do consumidor durante suas horas úteis do dia, mais especificamente 9 horas ativas, entre momentos de aquisição e consumo*. É por isso que, quando o tema é visibilidade, 59% das pessoas afirmam ter o primeiro contato com as campanhas de entretenimento através das ruas (de acordo com uma pesquisa quantitativa na cidade de São Paulo). Já o quesito eficácia é mais alto ainda, 89% disseram que depois de terem sido impactados pretendiam assistir aos filmes e séries.

Razões para apostar

A capacidade de transformar publicidade em experiência é o que torna o OOH um dos meios que mais geram interação, engajamento e, inclusive, mídia espontânea, o que é essencial para o mercado do entretenimento. Por ter um caráter orgânico, o OOH não é interruptivo como outras mídias. E, além da publicidade, também pode ser fonte de informação e de diversão.

As campanhas também podem ser mais versáteis e inteligentes. Em alguns casos, o público pode ter experiências sensoriais, como tocar, sentir, ouvir e se envolver com o conteúdo, como já foram vistos diversos cases da JCDecaux em séries e cinema pelo mundo.

Sem contar o fator tecnológico que hoje em dia incrementa ainda mais os projetos e permite relação imediata com o consumidor, como painéis interativos e telões que fazem conexão com os celulares, ampliando a mensagem para o meio digital. As possibilidade são inúmeras para conversar com os fãs do entretenimento que, sem dúvida, são um público amante de uma boa história e que espera ser surpreendido antes mesmo de chegar na sala do cinema.
 
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